Sindicato pede manutenção do afastamento de funcionários do grupo de risco

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O Sindicato tem cobrado das empresas a continuidade do afastamento dos funcionários que fazem parte do grupo de risco, como grávidas, idosos, pessoas com pressão alta, doenças cardíacas, pulmonares, câncer ou diabetes. A pandemia continua em alta, com muitos casos de infectados e de mortes. Por isso, é importante que esses trabalhadores não precisem, de alguma forma, cumprir suas funções dentro da empresa.

grupo de risco

O decreto do governo federal sobre o estado de calamidade pública terminou em 31 de dezembro de 2020, assim como o auxílio pago pelo Estado através da Lei 14.020, antes conhecida como MP 936, quando as empresas suspenderam contratos ou reduziram a jornada de trabalho. Sem a contrapartida paga pelo governo, as empresas têm convocado todos os seus funcionários para o retorno ao trabalho.

“O país, em especial o Rio de Janeiro, tem vivido o aumento do número de casos de Covid-19. Queremos que as empresas mantenham os funcionários que fazem parte do grupo de risco afastados, garantindo seus salários, sem que eles sejam penalizados de alguma forma. Tivemos uma primeira reunião com os patrões e esperamos ter avanços em breve”, avalia Márcio Ayer, presidente do Sindicato dos Comerciários.

A reunião realizada com o Ministério Público do Trabalho (MPT) reuniu o Sindicato dos Comerciários, a Fecomércio, o Sindilojas, e Sindigêneros e outras entidades patronais. Também esteve presente o professor da Fiocruz, Luiz Carlos Fadel, que propôs um encontro dos patrões, com o Sindicato e o MPT, com equipes médicas para debater temas sobre a saúde do trabalhador em tempos de pandemia.

Canal Covid-19 – Você pode enviar alguma denúncia para o nosso Whatsapp (21) 96465-5930 ou pelo email covid19@secrj.org.br, com o anonimato garantido. Através desse contato os comerciários podem informar sobre óbitos, trabalhadores doentes e com sintomas. O Sindicato também recebe denúncias de descumprimento das normas de segurança, como aglomeração, falta do uso de máscaras e materiais de higiene, a distância entre as pessoas e assédio.

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