Sindicato proíbe Banco de Horas na base do Sindilojas

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Reprodução da internet.

Os sindicatos patronais se negam a dar um aumento justo para os comerciários e, por isso, vão começar a levar o troco. As empresas da base do SindiLojas (lojas de shoppings e comércio de rua) estão proibidas de praticar o Banco de Horas a partir deste domingo (25/6), quando vence a Convenção Coletiva que trata especificamente deste tema. A renovação agora está atrelada à superação do impasse da Campanha Salarial.

Em mesa de conciliação realizada na última quinta-feira (22/6) da Superintendência Regional do Ministério do Trabalho (SRTE), o Sindilojas não apresentou nenhuma melhora em sua contraproposta, que até agora não alcançou as exigência mínimas dos trabalhadores. O Sindicato cobra reajuste de salário acima da inflação, equiparação dos pisos ao mínimo regional definido pela ALERJ (R$ 1.178,40) e avanços nas cláusulas sociais das Convenções. Nova reunião foi agendada para 4/7.

“Não existe a menor possibilidade de renovação do Banco de Horas enquanto o Sindilojas não oferecer um reajuste digno. Nosso piso está defasado se comparado com o de outras cidades. O Estado de greve já foi aprovado em Assembleia e as mobilizações vão se intensificar nas lojas e nas ruas. Se preciso for, o comércio do Rio vai parar”, avisa o presidente do Sindicato, Márcio Ayer.

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