SECRJ marca presença na Marcha das Margaridas

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Na imagem, as diretoras do SECRJ com o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo
Na imagem, as diretoras do SECRJ com o presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Adilson Araújo

A diretora de Delegacias e Políticas Sociais Rosângela Rocha, a vice-presidenta Sandra Nogueira e a diretora Daniele Moretti integraram a delegação do SECRJ na 5ª edição da Marcha das Margaridas, que aconteceu na manhã da última quarta-feira (12) em Brasília; e mobilizou cerca de 100 mil mulheres de todo o país. O intuito da manifestação é jogar luz sobre a luta pela reforma agrária, soberania alimentar, igualdade de direitos e o fim da violência contra a mulher.

A marcha, este ano, incluiu na pauta a defesa da democracia, com críticas veementes às tentativas de golpe contra o governo da presidenta Dilma Rousseff. “Essa é uma questão muito cara para nós trabalhadoras. Essa onda conservadora de direita que clama pelo impeachment da presidenta Dilma é irresponsável e golpista. Precisamos fortalecer seu governo, bem como a lutas sindicais e dos movimentos sociais”, lembra a vice-presidenta Sandra Nogueira.

A delegação aproveitou a oportunidade para estreitar relacionamento com outros sindicatos de base comerciária, como o de Caxias do Sul (RS).  “Recentemente nos filiamos à CTB e estamos tomando par das lutas essenciais para a sobrevivência da classe trabalhadora. Unidos somos mais fortes contra as mais variadas formas de opressão, sobretudo no que diz respeito aos direitos das mulheres trabalhadoras”, esclarece a diretora Rosângela Rocha.

A Marcha das Margaridas é coordenada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e outras onze entidades parceiras. O evento foi criado em homenagem a Margarida Maria Alves, assassinada em 1983 por um latifundiário que se sentia ameaçado pela luta constante da ativista. Ela era presidente do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras de Alagoa Grande, na Paraíba, e morreu com um tiro de espingarda no dia 12 de agosto, aos 50 anos. “Não paremos de lutar até que todas nós sejamos livres”, é uma das palavras de ordem ouvidas na Marcha.

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