Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro

Menu Menu

Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro

Notícias

CTB questiona carta sindical dada ao Sindsuper por Ministério

Imagem: Portal CTB

Portal CTB – Na manhã desta terça-feira (5), durante a reunião do Conselho de Relações do Trabalho, Wagner Gomes, secretário-geral da CTB, protestou de forma enérgica contra a postura da Secretaria de Relações do Trabalho diante processo que envolve o problema do Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro.

Atualmente coordenada por Carlos Cavalcante de Lacerda, a Secretaria retém um recurso que questiona a fundação ilegal do Sindsuper, uma entidade fantasma criada para dividir a base dos comerciários do Rio de Janeiro.

Wagner Gomes, reforçou que é inadmissível que o Ministério aceite a quebra da unicidade sindical – que garante entidades fortes – e não reverta a carta de um sindicato ilegal. “A Secretaria não julga o recurso e segura os documentos. A CTB sempre travou uma batalha pelo fortalecimento pelo fortalecimento do MTE. Mas se necessário recorrerá à justiça para resolver essa situação”, garantiu.

O protesto do dirigente da CTB foi acolhido pelo ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, que confirmou a preocupante situação que envolve a concessão de cartas a sindicatos ilegais. “Realmente nos últimos anos desconfigurou-se o princípio da unicidade sindical e foram concedidas cartas a alguns sindicatos por estabelecimento, por subdivisão de categoria. Isso no nosso entendimento é inconstitucional. Sempre defendi a organização sindical por categoria e por base territorial de representação. Sempre fiz um apelo às centrais para que nos ajudassem a evitar situações como essa enfrentada pela CTB e os comerciários do Rio de Janeiro”.

Mais uma vez, o ministro se comprometeu a priorizar a resolução do problema. “Vamos priorizar a resolução dessa situação. É o meu compromisso como ministro. Essa situação pela qual passa a CTB, nenhuma outra central passará, para garantir que o movimento sindical não seja esfacelado”, comprometeu-se o ministro.