Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro

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Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

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Sindicato presente em Madureira

A diretora Daniela Moretti com funcionários da Villar. Imagem: Comerciários

A diretora Daniela Moretti com funcionários de sapataria. Imagem: Comerciários

Para mobilizar os trabalhadores para a Campanha Salarial, fazer um apelo à sindicalização e esclarecer dúvidas, os diretores do Sindicato Daniela Moretti e Douglas de Freitas fizeram um giro pelo comércio de Madureira na tarde dessa segunda-feira (28). A visita se concentrou nos arredores do Polo 1, importante centro comercial do bairro, onde os diretores conversaram com funcionários de lojas como Baggagio, Sapataria Vilar, Raquel Calçados, Casas Bahia e Ponto Frio.

“A maioria dos comerciários está muito confiante na nova gestão do Sindicato. Levam fé de que viemos para mudar o jogo da exploração. O que nos dá forças para, ouvindo os trabalhadores, buscar as melhorias e mais direitos para a categoria. Sofremos muito com a perda de direitos ao longo das últimas décadas, mas essa nova diretoria de luta, que está nas ruas mostrando a cara, vai resgatar a dignidade dos comerciários”, comenta a diretora Daniela. Ela acrescenta que o Sindicato busca um local para realizar atendimentos regulares aos comerciários por parte do Departamento Jurídico e da diretoria, enquanto durar a reforma no prédio do Núcleo Sindical de Madureira, na Rua Américo Brasiliense.

“Queremos que o Sindicato se faça mais presente em Madureira. A maioria dos comerciários da região ganha somente um salário, trabalha das 8h30 às 19h30, não tem o direito de escolher o mês de suas férias, muitas vezes fica sem folga e trabalha nos feriados sem compensações. É desumano. Precisamos da presença do Sindicato para acabar com esses abusos”, comenta a comerciária L.M., que trabalha no comércio de Madureira há 30 anos e é filiada ao Sindicato.

Tumulto – A visita foi interrompida por conta do tumulto que ocorreu na região após a morte do menino Ryan Gabriel durante conflito armado entre traficantes, que levou o comércio a fechar as portas por medo de saques às lojas.