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Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

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Setor de Denúncias fiscaliza supermercado em Cascadura

Acompanhados pelos advogados do Setor de Denúncias, o diretor Jurídico Edson Machado e a diretora de Delegacias e Políticas Sociais do SECRJ Rosângela da Silva, foram na manhã desta terça-feira (30) apurar uma denúncia anônima feita por funcionários do supermercado Intercontinental, em Cascadura, na Zona Norte do Rio. Segundo a reclamação, os funcionários não receberam tudo o que tinha direito pela jornada cumprida no último feriado do Dia do Trabalhador, em 1º de maio.

Chegando ao local, a equipe solicitou vistoriar os banheiros dos funcionários e foi surpreendida pela negativa da gerência que, em contato com o setor jurídico da empresa, não autorizou a entrada da diligência às dependências do estabelecimento. “Estamos aqui em defesa dos comerciários! Nossa missão é fiscalizar que o trabalho seja realizado em ambientes propícios à integridade e ao bem-estar dos trabalhadores. Proibir que o Sindicato averigue denúncias é inconcebível! Já iremos acionar nossa equipe de advogados para as medidas cabíveis”, reclamou o diretor Jurídico, Edson Machado.

O mercado não aprende – Segundo funcionários e clientes que presenciaram a discussão entre a equipe do SECRJ e a gerência do supermercado, a Vigilância Sanitária já havia autuado o estabelecimento por questões de insalubridade. A advogada do Intercontinental, Dr.ª Alessandra Miranda, por telefone, não autorizou a inspeção alegando que o supermercado já estava sob fiscalização do Ministério Público (MP). Apesar da não comprovação desta informação, a suposta fiscalização do MP não impede que o Sindicato também faça a inspeção.

“Esta proibição representa uma grave violação da liberdade sindical! O Intercontinental deverá nos apresentar cópias dos registros dos empregados e contracheques referentes ao mês de maio. Além disso, comunicaremos às autoridades públicas competentes, como o Ministério Público do Trabalho, a Vigilância Sanitária e a Superintendência Regional do Trabalho para saber se já existe algum procedimento em curso e exigir que sejam tomadas medidas cabíveis”, afirmou a diretora Rosângela da Silva.

Imagens: Diego Cotta/SECRJ

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