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Patrão brinca com fogo! Faltam 7 dias para a greve

Diretores do Sindicato, durante a última rodada de negociação com o Sindilojas, deram o recado da categoria: "Se não melhorar a proposta, vai ter greve!". Imagem: Wellington Santos/ Comerciários

Diretores do Sindicato, durante a última rodada de negociação com o Sindilojas, deram o recado da categoria: “Se não melhorar a proposta, vai ter greve!”. Imagem: Wellington Santos/ Comerciários

Na última rodada de negociação entre o Sindicato dos Comerciários do Rio e o Sindicato dos Lojistas (SindiLojas, donos de lojas em shoppings e no comércio de rua), realizada terça-feira passada (8), a entidade que representa os patrões não apresentou nenhum avanço em relação à Pauta de Reivindicações. Os patrões insistem em conceder apenas 8% de reajuste salarial, percentual abaixo da inflação (9,84% – INPC), que representa perdas nos salários das trabalhadoras e trabalhadores do comércio.

Nosso Sindicato passou o recado da categoria: não aceitamos negociar sem ganho real. Queremos reajuste acima do INPC. Se a proposta dos patrões não melhorar até o próximo dia 20/6, vai ter greve! Foi o que definiu a Assembleia Geral dos Trabalhadores do Comércio, realizada no início do mês.

Direito de greve A Constituição Federal em seu artigo 9º e a Lei nº 7.783/89 asseguram o direito de greve a todos os trabalhadores brasileiros. Considera-se legítima a greve, com a suspensão coletiva temporária e pacífica, total ou parcial do trabalho, quando o empregador ou a entidade patronal correspondentes tiverem sido avisadas 48 horas antes. São assegurados aos grevistas o uso de meios pacíficos para convencer os colegas a aderir à greve. Também é garantida a livre divulgação do movimento. A empresa atingida pela greve não poderá adotar meios para constranger o empregado ao comparecimento ao trabalho, bem como para impedir a divulgação do movimento.