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Outubro Rosa: Elas são as donas do jogo

As diretoras do Sindicato, integrantes do Coletivo Margaridas. Foto: Dara Bandeira/ Comerciários

As diretoras do Sindicato, integrantes do Coletivo Margaridas. Foto: Dara Bandeira/ Comerciários

Outubro chegou para lembrar que a luta das mulheres não para! A campanha internacional do Outubro Rosa chama a atenção para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Esse ano, o período ganhou ainda mais força com as lutas que vêm sendo travadas, em várias partes do mundo, para a expansão dos direitos das mulheres. Elas saíram da arquibancada, entraram em campo e estão batendo um bolão, encarando cada disputa como se fosse uma final de Copa do Mundo.

Entre as comerciárias, a bola está nos pés do Coletivo das Margaridas, time formado pelas diretoras do Sindicato. No início de outubro, o grupo promoveu evento no refeitório do Sindicato no shopping RioSul sobre o diagnóstico do câncer de mama, seus sintomas, fatores de riscos e a importância da mulher conhecer melhor seu próprio corpo. A palestra foi apresentada pela enfermeira Carmiliana Santana e mediada pela diretora do Sindicato Rosângela Rocha. Participaram mais de 80 comerciárias e comerciários, que puderam tirar dúvidas e conversar abertamente sobre uma das doenças que mais mata mulheres no Brasil.

Essa luta é de todas nós comerciárias. Precisamos, sim, falar sobre o câncer de mama e as formas de prevenção da doença. O Coletivo das Margaridas surgiu justamente para discutir a saúde das comerciárias, os direitos das mulheres no ambiente de trabalho e o direito à informação. Cada evento, cada conversa, cada visita às lojas serve para que possamos pensar essas questões e seguir em busca de melhorias.

Em outros campos do mundo – A pressão das mulheres por mais direitos não acontece só por aqui. Na Polônia, agora em outubro, mais de seis milhões de mulheres foram às ruas, na maior manifestação popular dos últimos anos, para exigir a manutenção do direito – conquistado em 1993 – ao aborto nos casos de risco de morte para a mãe, má formação do feto, estupro ou incesto. Após a manifestação, o governo recuou e não vai mais apoiar o projeto de proibição total do aborto que tramita no parlamento polonês. Um exemplo de que podemos derrotar projetos que acabam com nossas conquistas. Aliás, o projeto rejeitado na Polônia não é muito diferente daquele que tramita no Congresso aqui no Brasil. Fique ligada e pronta pra entrar nesse jogo!