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Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

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Dura negociação com atacadistas de material de construção

Imagem: Diego Cotta/SECRJ

O presidente Márcio Ayer, à direita da imagem: "Nos anos em que a economia estava de vento em popa, os patrões lucraram muito e deram aumentos ridículos. Agora, com esse papo de crise, querem dar menos ainda? Isso está errado!”

O presidente Márcio Ayer, à direita da imagem: “Nos anos em que a economia estava de vento em popa, os patrões lucraram muito e deram aumentos ridículos. Agora, com esse papo de crise, querem dar menos ainda? Tá errado!”

Na manhã desta terça-feira (25) o presidente Márcio Ayer, o diretor jurídico, Edson Machado, e advogados do SECRJ participaram de uma reunião com representantes do Sindicato do Comércio Atacadista de Material de Construção do Rio (Sincomac) para negociar uma nova convenção coletiva de trabalho para o segmento. O SECRJ reivindica uma série de benefícios para os trabalhadores da categoria, dentre elas o reajuste salarial com ganho real de 10% sobre a inflação.

As negociações foram duras e houve impasse, principalmente na cláusula que estabelece o reajuste, mas mesmo propostas que não representam despesas para as empresas, como intervalos para amamentação e estabilidade nos 24 meses anteriores à aposentadoria, foram negadas pelo sindicato patronal.

“Nos anos em que a economia estava de vento em popa, com obras da construção civil acontecendo em cada canto dessa cidade, os patrões lucraram muito e deram um aumento ridículo, com ganho real inferior a 2%. Agora, com esse papo de crise, não aceitam negociar ganho real e só querem seguir o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor, cálculo da inflação feito pelo IBGE). Quer dizer, que são dois pesos e duas medidas? No lucro não ganhamos nada e na crise menos ainda? Isso está errado!”, protestou o presidente Márcio Ayer.