Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro

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Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

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De trabalhador pra trabalhador: a Marisa fechou

Loja Marisa no calçadão de Campo Grande amanheceu de portas fechadas

 A greve dos trabalhadores no comércio do Rio continua nesta quinta-feira (16/8) com o fechamento da loja Marisa no calçadão de Campo Grande, na Zona Oeste da cidade. Os diretores do Sindicato dos Comerciários chegaram à loja no início da manhã para convencer os funcionários e funcionárias a participar do movimento por reajuste de salário e melhores condições de trabalho.

Insatisfeitos com as condições de trabalho na empresa, sobretudo com as jornadas acima de 8 horas sem o pagamento de horas extras, a maioria dos funcionários aderiu à paralisação.

Diretora Fabiana mandando o recado de comerciária para comerciária

Indagada pelo gerente da loja sobre o que a empresa poderia fazer para acabar com a greve, a presidenta interina do Sindicato, Alexandra Nogueira, disparou: “Pressionar o Sindilojas (que representa os patrões das lojas de shopping e comércio de rua) a conceder um reajuste digno aos comerciários e comerciárias, além de considerar as demais reivindicações dos trabalhadores. Chegamos à oitava rodada de negociações e até agora não tivemos avanços”.

Os comerciários reivindicam reajuste acima da inflação e equiparação ao piso regional (R$1.250). Cobram ainda outras medidas para valorizar os trabalhadores, como o adicional de 100% sobre as horas trabalhadas em feriados, o fim do trabalho aos domingos (supermercados e comércio de rua) e auxílio refeição diário.

Nas negociações, os sindicatos patronais ofereceram apenas 1,5% de reajuste, além da inclusão do pacote de maldades da reforma trabalhista nas convenções coletivas de trabalho. Querem inserir nas CCTs, por exemplo, o contrato de trabalho intermitente, a escala 12×36 com redução de salário e o horário de almoço de apenas meia-hora.

Diretor Jorge de Paula falando sobre o reajustinho oferecido pelos patrões