Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro

Menu Menu

Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

Sindicato dos Empregados no Comércio do Rio de Janeiro

Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro

Notícias

21/8, Dia do Comerciário em Miguel Pereira e Paty do Alferes

Venha comemorar o Dia do Comerciário na Fazenda Vila Rica, a colônia de férias do Sindicato em Paty do Alferes. Vai ter churrasco, pagode, sorteio de brindes, recreação para as crianças e muita animação para os sócios do Sindicato e seus dependentes. Combine com os colegas da firma e chega junto! Quem quiser, pode se sindicalizar na hora.

Comemoração do Dia do Comerciário na Fazenda Vila Rica

Dia 21/8 (segunda-feira), das 12h às 16h

Rua Arlindo José Lisboa, 2.632 – Avelar – Paty do Alferes

Entrada grátis para sócios e dependentes!

 

Dia do Comércio, um marco de luta

Em 1932, liderados pelos comerciários, milhares de trabalhadores cercaram o Palácio do Catete para exigir, do então presidente Getúlio Vargas, a jornada de oito horas diárias e o descanso aos domingos. Vargas cedeu à pressão dos trabalhadores e publicou o decreto que acabou com a carga horária de 12 horas e instituiu o repouso semanal remunerado.

O Dia do Comerciário, comemorado em Miguel Pereira e Paty do Alferes em 21 de agosto, é uma data para lembrar desta grande conquista da classe trabalhadora brasileira. Dia de celebrar o exemplo daqueles bravos companheiros comerciários que até hoje inspiram nossas lutas contra a exploração, os baixos salários e as precárias condições de trabalho.

Mais do que comemorar o passado, a data cobra uma reflexão sobre as lutas do presente. A folga remunerada aos domingos há anos foi vendida aos patrões pela antiga gestão do Sindicato. O prejuízo pode ficar ainda maior caso realmente passe a vigorar o decreto do ilegítimo Michel Temer, editado na última quarta-feira (16/8), que “torna essencial a atividade dos supermercados”. A medida coloca em risco as contrapartidas para os trabalhadores de supermercados que abrem aos domingos, como auxílio-refeição, adicional sobre as horas trabalhadas e folga adicional. Sem falar na ampla retirada de direitos que deve começar a acontecer, a partir de novembro, quando entrar em vigor a tal reforma trabalhista do Temer.